Múmia de Monge foi encontrada em estátua

Crédito: Drents Museum

Crédito: Drents Museum

Um museu na Holanda, chamado Drents Museum teve uma das revelações mais estranhas e fascinantes sobre antigos artefatos chineses nos últimos tempos. Um monge budista foi encontrado mumificado dentro do que parecia ser uma estátua banhada a ouro. A descoberta ocorreu quando realizaram uma tomografia computadorizada e endoscopia na estátua, que era muito comum e tradicional no século 11 e 12.

Crédito: Drents Museum

Crédito: Drents Museum

A estatua/múmia sorridente e que está em posição de lótus, segundo testes de DNA, abriga Liu Quan da Escola Chinês de Meditação. Ele foi adequadamente mumificado, todos os órgãos internos foram removidos e substituídos por pedaços de papel impressos com antigos caracteres, junto com outros resíduos não identificados. A estátua tinha sido a peça central de uma exposição de recém-concluído no Museu Drents que contou com 60 múmias humanas e animais de todo o mundo.A descoberta é de importância fundamental, segundo especialistas, com a múmia sendo a única múmia budista chinês disponíveis para estudo no Ocidente.

 

Crédito: Drents Museum

Crédito: Drents Museum

A Sorridente e de aparência amigável múmia esconde segredos que os cientistas ainda estão tentando revelar. Um possível motivo para tal coisa que os pesquisadores do museu acreditam é que naquela época os monges poderiam ter aderido a esse processo para tentar chegar o mais próximo de buda. A prática da auto-mumificação entre os monges budistas foi mais comum no Japão, mas ocorreu em outras partes da Ásia, incluindo na China. Para alguns praticantes budistas, monges mumificados não estão mortos, mas em um estado de meditação profunda conhecido como “tukdam”.

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6 pensamentos sobre “Múmia de Monge foi encontrada em estátua

  1. Já não era sem tempo de acharem algo que desse embasamento ao que muitos criticam em determinadas formas de filosofias com fundo religioso. Não apenas ocorre isso em estátuas de budismos como também em artefatos africanos onde os mesmos são chamados de Egùn que diferente do que muitos julgam como sendo coisa de “satanás” a bem da verdade trata-se de uma egrégora formada com os ossos de seu mais ilustre ancestral.
    Japoneses fazem isso com as cinzas de seus ancestrais colocadas em potes em altares, triturados e queimados em cinzas ou não, na verificação não seriam todos restos mortais de ancestrais queridos e venerados?
    Diversos povos assim o fazem, os egípcios iam um pouco mais além fazendo também com todos os animais na crença de haver vida após a morte.
    Mesmo já ciente dessa existência, mesmo porque estudei durante 7 anos na FRAMA (Fraternidade dos Mantos Amarelos do Oriente) é sempre muito fascinante uma descorberta dessa grandeza. 🙂

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